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Rusticidade com
muito charme
A primeira coisa a
ser feita em Barra Grande é procurar uma pousada. Esqueça
o luxo, porque a maioria das hospedarias do vilarejo, apesar de algum
conforto, é marcada pela rusticidade. O mesmo se pode dizer da
infra-estrutura turística, ao contrário de toda a
região, conhecida como Costa do Dendê, e que inclui
roteiros badalados a exemplo de Morro de São Paulo,
Valença, Boipeba e Guaibim. O fato de Barra Grande ser pouco
explorada acabou se transformando em seu principal diferencial.
As praias
são limpas e livres das agressões ambientais. O que em
rotas de maior fluxo é praticamente impossível. Os
ecoturistas irão adorar ver a responsabilidade dos viajantes e
nativos em tentar conservar ao máximo as belezas naturais do
lugar. Caso você pretenda não tornar sua presença
indesejável aos olhares dos simpáticos habitantes locais,
evite jogar qualquer sujeira no chão ou na areia.
Preste
atenção também aos preços. Barra Grande
é ideal para quem não resiste às delícias
do mar, pois lá é possível comer uma moqueca de
lagosta ou camarão por (pasmem) R$15. A bandeja com seis
caranguejos (graúdos, diga-se de passagem) fica em torno de R$4.
Sem contar a fartura de frutos do mar, peixes e moluscos. Uma mariscada
para quatro pessoas custa por volta de R$20. Durante a alta
estação, os valores são reajustados, mas nunca
chega às raias do absurdo.
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