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Mídia Pousada Meu Sossego

Vejam as matérias que sairam no Correio da Bahia de 26 de setembro de 2001 sobre Barra Grande:

JORNAL - CORREIO DA BAHIA - CADERNO VIAJAR - 26/09/2001





Repouso em águas serenas | Barra Grande sempre despertou muitas paixões


Rusticidade com muito charme

A primeira coisa a ser feita em Barra Grande é procurar uma pousada. Esqueça o luxo, porque a maioria das hospedarias do vilarejo, apesar de algum conforto, é marcada pela rusticidade. O mesmo se pode dizer da infra-estrutura turística, ao contrário de toda a região, conhecida como Costa do Dendê, e que inclui roteiros badalados a exemplo de Morro de São Paulo, Valença, Boipeba e Guaibim. O fato de Barra Grande ser pouco explorada acabou se transformando em seu principal diferencial.

As praias são limpas e livres das agressões ambientais. O que em rotas de maior fluxo é praticamente impossível. Os ecoturistas irão adorar ver a responsabilidade dos viajantes e nativos em tentar conservar ao máximo as belezas naturais do lugar. Caso você pretenda não tornar sua presença indesejável aos olhares dos simpáticos habitantes locais, evite jogar qualquer sujeira no chão ou na areia.

Preste atenção também aos preços. Barra Grande é ideal para quem não resiste às delícias do mar, pois lá é possível comer uma moqueca de lagosta ou camarão por (pasmem) R$15. A bandeja com seis caranguejos (graúdos, diga-se de passagem) fica em torno de R$4. Sem contar a fartura de frutos do mar, peixes e moluscos. Uma mariscada para quatro pessoas custa por volta de R$20. Durante a alta estação, os valores são reajustados, mas nunca chega às raias do absurdo.




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